[MOVIMENTO ESTUDANTIL] Após reivindicação do DCE, UFCG reabre cadastro para envio de documentos de alunos do SISU 2021

Após reinvindicação do DCE – UFCG e da UNE, a Universidade Federal de Campina Grande reabriu o acesso aos estudantes que não conseguiram realizar o cadastro de documentos necessários para matrícula, que havia sido antecipado para o último final de semana e que gerou diversos problemas para vários estudantes.

Ainda na noite dessa última quarta-feira (21), a UFCG por meio da COMPROV, publicou em seu portal o informe de ampliação do prazo, que começou a valer às 0h desse dia 22 e irá até às 12h do dia 23. Os estudantes interessados devem fazer o cadastro dentro do prazo, para evitar outros transtornos.

Por meio das redes sociais, o Diretório Central dos Estudantes comemorou a importante vitória do corpo estudantil, “Nossa luta é por uma universidade pública e popular, essa vitória reafirma o compromisso do movimento estudantil com os trabalhadores e trabalhadoras que hoje dormirão mais sossegados com a certeza de que seus filhos ingressarão na Universidade”. Ainda segundo o DCE, mais de 100 estudantes serão beneficiados com a medida, o que vai garantir a eles o acesso ao ensino público universitário.

Confira a postagem do DCE nas redes sociais

Entenda o caso

O Diretório Central dos Estudantes da UFCG e a União Nacional dos Estudantes, entraram com um pedido de solicitação na Universidade Federal de Campina Grande, para que a universidade pudesse reabrir o acesso ao cadastro de documentos dos estudantes do SISU 2021. A UFCG decidiu adiantar o calendário de cadastramento para os dias 17 e 18 de abril, último final de semana, datas essas que diferiram do calendário oficial do exame, que ocorre durante essa semana, tendo sido iniciado no dia 19 e irá até o dia 23, por conta disso muitos estudantes perderam o prazo e consequentemente suas vagas.

Segundo o DCE, mais de 70 estudantes já haviam procurado a entidade para buscar ajuda na resolução do problema, número que pode ser ainda maior, de acordo com o número de matrículas até então realizadas no sistema de cursos. A entidade argumentou que os prejuízos causados poderiam ser imensos, primeiramente para os próprios estudantes, que perderiam suas vagas, como para própria universidade, tendo em vista que a diminuição do número de matrículas poderia causar uma mudança no planejamento da instituição, principalmente no recebimento de recursos para manutenção de todas as atividades.

Redação Gabinete Paraíba

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